Cabo Frio e Arraial do Cabo

A cidade de Cabo Frio situa-se na Baixada Litorânea do Estado do Rio de Janeiro, na conhecida Região dos Lagos. A cidade de grande valor histórico tem um enorme potencial turístico e recebe anualmente cerca 2 milhões de visitantes durante o período de verão. Além das belíssimas praias e ilhas, Cabo Frio possui uma agitada vida noturna, contando com sofisticados restaurantes, bares e boates.

A região de Cabo Frio é rica em recursos naturais, sobretudo pescados,  cujo comércio é bastante difundido na cidade.

A praia do forte cerca praticamente todo o leste da cidade indo até o atual município de Arraial do Cabo, que num passado não muito distante pertencia ao município de Cabo Frio.

Disponibilizamos aqui imagens capturadas durante este verão (2016/2017) de algumas das belezas de Cabo Frio e Arraial do Cabo.

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Jornal “O TEMPO” – 22.12.2016

Hoje tivemos a grata satisfação de ver uma de nossas últimas fotografias postada no periódico “O TEMPO” (www.otempo.com.br), jornal de relevante circulação no Estado de Minas Gerais.

Agradecemos aos responsáveis pela publicação e nos colocamos à inteira disposição da competente equipe do jornal “O Tempo”, para, retribuindo a gentileza, clicar de cima os locais de vosso interesse.

Obrigado!

2016.12.22 - O tempo.jpg

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Praça Floriano Peixoto @ Belo Horizonte, MG

Área de convivência com playground e espaço para realização de eventos culturais. A Praça Floriano Peixoto também é conhecida por Praça do Quartel e Praça do BG, Batalhão da Guarda Municipal, por causa do 1º Batalhão da Polícia Militar de Minas.

Fonte: http://www.belohorizonte.mg.gov.br/local/atrativo-turistico/praca-floriano-peixoto

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Igreja da Pampulha @ Belo Horizonte, MG

Uma das principais atrações do conjunto arquitetônico e urbanístico da Pampulha, a Igreja São Francisco de Assis, emoldurada pelas águas da lagoa, reúne as genialidades do arquiteto Oscar Niemeyer, do paisagista Burle Marx e do pintor Cândido Portinari. A combinação gerou a construção em tons azuis, com linhas e curvas totalmente revestida por azulejos e pelos painéis que retratam a Via Sacra e a imagem de São Francisco.
A igreja permaneceu durante 14 anos proibida ao culto. Aos olhos do arcebispo Dom Antônio dos Santos Cabral,a igrejinha era apenas um galpão, apesar de, em seu interior,abrigara Via Sacra, constituída por 14 painéis de Cândido Portinari, considerada uma de suas obras mais significativas. Os painéis externos também são de Cândido Portinari– painel figurativo,e de Paulo Werneck –painel abstrato. Os jardins são assinados por Burle Marx.
A Igreja da Pampulha é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG)e pela Gerência do Patrimônio Municipal.

Fonte: http://www.belohorizonte.mg.gov.br/atrativos/roteiros/marcos-da-modernidade/igreja-da-pampulha

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Santa Tereza (2.ª postagem) e Horto @ Belo Horizonte, MG

Localizado na zona leste da capital mineira o Bairro Santa Tereza é um dos mais tradicionais da capital mineira, sobressaindo-se por sua simbiótica relação com a arte, especialmente a música.

Sua vocação musical aliada aos aprazíveis ares de cidade interiorana fez de Santa Tereza um baluarte de artistas, boêmios e frequentadores de suas célebres casas de serestas.

Muito ali se agremiavam para dançar, confraternizar ou mesmo para encerrar a noite em seus pitorescos bares e restaurantes. Quem nunca comeu um Rochedão Especial no legendário restaurante do Bolão.

Por tudo isso, resolvemos dedicar essa segunda postagem àquele que é um dos mais queridos redutos dos belo-horizontinos.

 

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Serra da Moeda (Topo do Mundo) @ Nova Lima/MG

“A Serra da Moeda abrange os municípios de Nova Lima, Brumadinho, Itabirito, Belo Vale e Ouro Preto, em Minas Gerais, e estende-se por mais de 70 quilômetros. Apesar disso, ela é associada, na maioria das vezes, à cidade de Moeda, que tem este nome por ter abrigado a primeira fábrica clandestina de papel moeda, ainda no tempo do Império.

A Serra do Espinhaço, onde está a Serra da Moeda, é considerada a única cordilheira do Brasil e foi reconhecida por seu importante valor histórico e ambiental, sendo declarada Patrimônio Histórico Natural de Minas Gerais. Esse fato torna-se relevante uma vez que na região existe um sem número de mineradores que, de certa forma, ameaçavam o futuro da montanha, rica em minério de ferro e outros minerais.

No topo da serra, a prática de esportes de aventura é um dos seus principais atrativos. O voo livre é o principal destaque, a ponto de atrair turistas de diversas partes de Minas Gerais, de outros estados e até mesmo de outros países. Aproveitando a topografia do local, os praticantes do esporte utilizam uma rampa natural para a decolagem de asas-deltas e parapentes. Na Serra da Moeda, é realizada a Copa Minas de voo livre, um dos principais eventos da categoria no Brasil. Além do voo livre, a prática de motocross tem crescido nos últimos anos. São centenas de praticantes que circulam entre as trilhas irregulares da serra.

A visão panorâmica proporcionada no alto do monte é um verdadeiro convite à contemplação. Em dias de clima seco é possível visualizar até mesmo o Pico do Itacolomi, localizado a mais de 80 quilômetros, no município de Ouro Preto. Em um dos lados, podemos apreciar a Lagoa dos Ingleses, muito utilizada pelos praticantes de esportes náuticos e que, em noites de lua cheia, reflete tons prateados. Também no cume da Serra da Moeda que está situado o restaurante Topo do Mundo, a uma altitude de 1.500 metros e a 34 quilômetros de Belo Horizonte”.

Fonte: http://www.penaestrada.blog.br/serra-da-moeda-voando-no-topo-do-mundo/

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Morro do Chapéu @ Nova Lima, MG

“No final dos anos 40, o médico Heraldo de Campos Lima era proprietário de um sítio no Município de Raposos, onde mantinha criações. Este sítio ficava perto do Morro do Galo, local onde a Saint John D’el Rey Mining possuía uma instalação de beneficiamento de arsênico, subproduto do minério, de onde era extraído o ouro. Diz a lenda que, o Dr. Heraldo postulou, perante a mineradora, uma reclamação segundo a qual seus animais estariam morrendo devido à poluição causada pela poeira de arsênico levada pelo vento e depositada em suas pastagens. Embora não concordasse com isso, a empresa aceitou uma permuta com as terras do local escolhido pelo Dr. Heraldo e denominado Morro do Chapéu, pela forma de um pico existente naquele lugar.

No início dos anos dourados e do Governo JK, o desenvolvimento da região – a esta altura servida pela recém asfaltada rodovia BR-3 – e a intenção do prefeito Celso Melo Azevedo de utilizar as águas do Córrego João Rodrigues para o abastecimento de BH, usadas então pela recém constituída Fazenda Morro do Chapéu, fazem com que Dr. Heraldo procure criar uma alternativa de uso mais amplo das águas, tentando impedir desta forma, a eminente desapropriação. Então, exige de seu filho, Eloy, providências para o loteamento imediato da Fazenda. Surge daí, em 1958, o loteamento “Unidade de Vizinhança Quintas do Morro do Chapéu”, cujo projeto urbanístico foi desenvolvido pelo Arquiteto e Professor Silvio Vasconcelos.

Em 1963, o próprio Dr. Heraldo Lima, requer e obtém, através do Decreto 52.016 de 17 de novembro de 1963, o direito de exploração mineral de área com interferência com o loteamento. Obtido o direito de lavra, o Dr. Heraldo o negocia com as empresas Manganoférrea Mineração e Extrativa Mineral. Estas operações mineiras, que muitas dores de cabeça deram aos nossos Associados, subsistiram posteriormente nas mãos da Mineração Prima (Miprisa).

Entendimentos mantidos em 1970 entre a Diretoria do Morro do Chapéu e a Cosim, que por esta época era a mineradora vizinha, geraram uma minuta de protocolo contendo as condições das negociações. Segundo este protocolo, o Morro do Chapéu “permitiria” a retirada de aproximadamente 360.000 toneladas de hematita e 270.000 toneladas de itabirito junto ao nosso Belvedere, em troca de obras de captação, adução e reservação de 250.000 litros diários de água. Posteriormente o local da captação foi assoreado e o sistema paralisado, tendo o encanamento retirado por volta de 1981″.

Fonte: http://www.morrodochapeu.com.br/o-condominio/

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Cemitério do Bonfim @ Belo Horizonte, MG

Inaugurado em 08 de fevereiro de 1897, pela Comissão Construtora da Nova Capital, o Cemitério do Bonfim, como é conhecido, é a necrópole mais antiga da cidade. O local é fonte de pesquisa de vários profissionais, devido a seu acervo histórico, caracterizado por esculturas decorativas de túmulos e mausoléus. Muitas dessas são de autoria de escultores italianos que vieram para o Brasil em fins do século XIX. Em todo o Cemitério, podem ser observadas obras de arte de estilos diversos, desde a Belle Èpoque, o Art Deco, ao modernismo brasileiro.

Fonte: (http://www.belohorizonte.mg.gov.br/local/atrativo-turistico/cemiterio-do-bonfim)

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Bairro Mangabeiras e Serra do Curral @ Belo Horizonte, MG

“Situado ao pé da Serra do Curral, maciço montanhoso escolhido pela população como símbolo da cidade, o bairro Mangabeiras deve seu nome ao Córrego das Mangabeiras, soterrado pelas obras de arruamento do bairro, cuja calha é hoje a rua Professor Lair Rennó Remusat. Lá se encontra o Palácio das Mangabeiras, residência oficial dos governadores de Minas, mandado construir por Juscelino Kubitschek de Oliveira quando governador do Estado, segundo projeto de Oscar Niemeyer e jardins de Roberto Burle Marx.

O bairro foi projetado e desenvolvido na década de 60 pela CODEURBE, sociedade de economia mista municipal, utilizando terrenos pertencentes à antiga FERROBEL, mineradora também pertencente ao município. O apelo de sofisticação que o nome do bairro exerce faz com que bairros vizinhos sejam extensivamente designados como sendo também parte deste, mas os seus limites são a referida Serra do Curral, a Avenida das Agulhas Negras, a Avenida Bandeirantes e a área do Parque das Mangabeiras.

Tem como característica a destinação exclusiva para residências unifamiliares, vetadas as atividades comerciais, industriais e de serviços”.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mangabeiras_(Belo_Horizonte)

Praça Israel Pinheiro (Praça do Papa ) @ Belo Horizonte, MG

“‘Que belo horizonte!’. Esta frase foi dita por ninguém menos que o Papa João Paulo II, diante da paisagem vista da Praça Israel Pinheiro, no alto das Mangabeiras. Depois da missa campal, realizada em 1980, passou a ser chamada de Praça do Papa, onde foi erguido um monumento para homenagear o ilustre visitante.
Cercada pela Serra do Curral, a praça é um belo lugar para passear e apreciar a vista panorâmica da cidade.”

Fonte: http://www.belohorizonte.mg.gov.br/local/praca-do-papa

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